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Em dois anos, 57% dos paulistanos trocam carro por outro meio de transporte

bicicleta e motos

Pesquisa do Ipespe reforça que trânsito na capital é motivo de infelicidade entre 58%. Dados são do guia “Como Viver em São Paulo sem Carro” que ganhou versão atualizada.

A pesquisa do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) revelou que 57% dos paulistanos deixaram nos últimos dois anos de usar o carro como principal meio de locomoção. O levantamento foi realizado com exclusividade para a versão 2013 do guia “Como viver em São Paulo sem Carro?”, que foi lançado essa semana na capital paulista.

Entre os entrevistados pelo instituto, no período de 2011 ao início de 2013, 19% abandonaram totalmente o veículo e 38% restringiram uso aos finais de semana na capital. No lugar do carro, essas pessoas passaram a se locomover a pé (78%), de ônibus (70%) e de metrô (61%). Além disso, o trânsito revelou-se como a causa de infelicidade para 58% dos paulistanos.

Idealizado pelo empresário Alexandre Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva, a publicação tem ainda a participação da jornalista Mariana Castro e conta com fotos de Roberta Dabdad e ilustrações por Eva Uviedo. Para Serva, a pesquisa do Ipespe revela uma mudança extrema em uma cidade que era conhecida por ser o “templo do automóvel”. “Estamos acompanhando o começo de uma nova década”, disse Serva ao iG.

O guia “Como Viver em São Paulo sem Carro?” foi lançado em julho do ano passado e reforçou os primeiros debates sobre mobilidade urbana. Se a primeira versão provou ser possível uma “libertação de vícios”, como o uso do carro, o novo guia pretende agora indicar os meios para isso com o depoimento e dicas de novos 12 “heróis da mobilidade” – pessoas com iniciativas que têm provocado mudanças.

Entre os entrevistados da nova edição estão Renata Falzoni (cicloativista), JP Amaral (criador do Bike Anjo ), Márcio Nicro (fundador do sistema colaborativo Caronetas), Ângelo Leite (do Bike Sampa no Rio e SP) e Georgia Halal (estilista).

Gaúcha, Georgia veio para São Paulo há oito anos e decidiu criar no ano passado uma coleção primavera-verão para mulheres que pedalam, seguindo a tendência bikechic. “A mulher não precisa perder a feminilidade para andar de bike. Pode andar até de salto, se quiser”, diz um trecho do seu depoimento.

Moradora de Pinheiros, na zona oeste, a estilista diz ser privilegiada por trabalhar e morar no mesmo bairro. “Quando vou a um lugar mais distante, vou de ônibus e metrô”. Ao andar de bike, segundo Georgia, seu roteiro passa a ser influenciado pela bicicleta. “Escolhe lugares por onde possa parar a bicicleta, evita aqueles que não têm”.

Para ela, o novo ciclista não pode ter medo de encarar a cidade, mas sempre com cautela. “Não tenho medo de andar de bicicleta, mas é preciso tomar muito cuidado. O ciclista tem de pensar que é o cara mais fraco da história”. Após o relato de cada personagem, o leitor pode encontrar indicações de roteiros com conexões com as estações de metrô e principais corredores de ônibus.

Fonte: IG

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